Missão
Promover a saúde mental de mulheres negras no Brasil, enfrentando os impactos do racismo estrutural, do sexismo e do classismo por meio de uma práxis transformadora. Nosso compromisso é com a atuação ética e antirracista.
Visão
Acreditamos que cada pequena ação gera transformações sociais significativas. Em cinco anos, queremos ampliar nossas frentes de cuidado terapêutico, levando oficinas e projetos a diversos espaços onde existam mulheres.
Valores
Nosso trabalho é sustentado pela ética, respeito e afeto. Atuamos com compromisso social, valorizando o acolhimento das histórias e potências das mulheres negras, promovendo equidade racial e justiça comunitária.
Serviços

Grupo psicoterapêutico Afetivas
Um espaço para mulheres se encontrarem, serem escutadas e cuidarem de si e umas das outras. Através da conversa, da troca e de diferentes práticas de cuidado, vamos construir juntas caminhos para o bem viver.
Inscrições FECHADAS
Nossa equipe




Ingrid (Di)
Psicóloga formada pela PUC-SP, durante a graduação realizou intercâmbio de mobilidade acadêmica na Universidade do Porto (Portugal). Mestre em Ciências pela UNIFESP. É cofundadora do Escutando Elas, grupo de trabalho focado em projetos para uma psicologia feminista e antirracista. É especialista em Fenomenologia Decolonial e Clínica Ampliada pelo Nucafe. Sua trajetória é marcada pelo desenvolvimento e implementação de projetos voltados à populações em situação de vulnerabilidade. Desde sua imigração para a Bélgica, em 2023, ampliou sua atuação para o campo das migrações, trabalhando no setor social do país com migrantes e refugiados. Além de psicóloga, é criativa e ama fazer trabalhos manuais com cerâmica, pintar e transformar espaços através da decoração. Ama dançar, a música brasileira e o forró.
Grazielli (Grazi)
Grazielli Pereira Chaves CRP 06/149245 Psicóloga clínica há 8 anos e terapeuta de casal e família em formação. Entusiasta do movimento e das possibilidades que o corpo e o ambiente oferecem para o desenvolvimento psíquico e emocional. Cocriadora do Escutando Elas, atua na construção de espaços de cuidado que acolham, potencializem e favoreçam processos de transformação, com responsabilidade e ética. Em sua prática, considera a pessoa em sua integralidade, reconhecendo que as experiências de ser e estar no mundo são atravessadas pelas relações, pelo corpo e pelas condições sociais, culturais e históricas, incluindo as dimensões de gênero, raça e classe. Acredita em uma clínica que possa ampliar possibilidades de existência e em um mundo onde o amor ampare, sustente e também impulsione relações, experiências e presença no mundo de maneiras mais saudáveis.
Sou Jessica Marques, psicóloga clínica (CRP 06/14244), e atuo desde 2019. Meu trabalho é orientado pela psicanálise winnicottiana, e sou especialista em Saúde Mental e em Psicanálise e Análise do Contemporâneo. Realizo atendimentos a crianças, adolescentes e adultos, tanto presencialmente, em São Paulo, quanto de forma online, para pessoas de diferentes regiões do Brasil e do mundo. Ao longo da minha trajetória profissional, construí experiências em instituições de ensino, plantões psicológicos e orientação parental, ampliando meu olhar para os diferentes contextos que atravessam o cuidado em saúde mental. Sou também cofundadora do Espaço Transicional, iniciativa que nasce do desejo de construir espaços de encontro, estudo, cuidado e criação. Por meio de grupos de estudo, grupos terapêuticos, contação de histórias e outras atividades, buscamos aproximar diferentes saberes e experiências, valorizando a construção coletiva. Também integro o projeto Escutando Elas, colaborando para a construção de uma escuta ética, sensível e comprometida com as realidades sociais e subjetivas que atravessam a vida das mulheres. Mas, para além da Jessica psicóloga, existe também a Jessica experimentadora. Gosto de experimentar a vida, de me deixar atravessar por experiências novas, descobrir caminhos e estar aberta ao que ainda não conheço. Sou, de algum modo, uma degustadora de experiências: gosto de provar, sentir, observar e descobrir o que cada encontro pode produzir. Essa curiosidade também atravessa meu jeito de fazer clínica. Gosto de aproximar a psicologia das histórias, dos filmes, da literatura, da ficção, da criatividade e do brincar, criando espaços onde seja possível experimentar outras formas de olhar para si e para o mundo. Acredito no gesto espontâneo, na imaginação e na possibilidade de criar como caminhos para uma vida mais viva. E tem também a Jessica das águas: apaixonada pelo mar e pela natureza, encontro nesses lugares uma possibilidade de presença, descanso e encantamento. Talvez seja justamente nesse encontro entre a psicóloga, a experimentadora, as histórias, a criatividade e as águas que vou construindo meu jeito de estar na clínica e na vida.
Jessica (Je)
Sou Juliana Reis, também me apresento como Shu Oríokàn. Sou psicóloga formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e especialista em Psicologia da Descolonização pelo Instituto Cooperativo Parentes, no Ceará. Minha atuação profissional passou pelo acompanhamento terapêutico, experiência que, ao longo de nove anos, me proporcionou um olhar para o trabalho em rede, territorializado e comprometido com uma psicologia antimanicomial. Desde 2018, atuo na clínica particular, a partir da Psicologia Analítica, e minha prática também é atravessada pelas contribuições da Psicologia Preta e da Psicologia Social, constituindo-se, portanto, como uma clínica racializada. Atendo a população negra, quilombola, indígena e LGBTQIAPN+ considerando em minha prática os atravessamentos de raça, gênero, sexualidade e territorialidade na experiência de cada pessoa. Estou presente em projetos como o Prapretopsi, em que minha clínica é voltada para o atendimento da população negra; o Elora, que vem se construindo como um espaço de acolhimento e cuidado em saúde mental para pessoas em situação de isolamento, solidão e ansiedade; e o Escutando Elas, que conta com uma frente de formação, por meio do grupo de estudos em relações étnico-raciais, e de grupos terapêuticos. Além disso, sou uma pessoa das artes. O estudo poético e da corporeidade, por meio da escrita e da dança, faz parte das minhas pesquisas e da minha práxis enquanto psicóloga. É também a partir desses atravessamentos que penso o cuidado, a escuta e as possibilidades de construção de outras formas de estar no mundo.
Juliana (Shu)
Psicóloga formada pela PUC-SP, durante a graduação realizou intercâmbio de mobilidade acadêmica na Universidade do Porto (Portugal). Mestre em Ciências pela UNIFESP. É cofundadora do Escutando Elas, grupo de trabalho focado em projetos para uma psicologia feminista e antirracista. É especialista em Fenomenologia Decolonial e Clínica Ampliada pelo Nucafe. Sua trajetória é marcada pelo desenvolvimento e implementação de projetos voltados à populações em situação de vulnerabilidade. Desde sua imigração para a Bélgica, em 2023, ampliou sua atuação para o campo das migrações, trabalhando no setor social do país com migrantes e refugiados. Além de psicóloga, é criativa e ama fazer trabalhos manuais com cerâmica, pintar e transformar espaços através da decoração. Ama dançar, a música brasileira e o forró. Sua trajetória é marcada pelo desenvolvimento e implementação de projetos voltados à populações em situação de vulnerabilidade. Desde sua imigração para a Bélgica, em 2023, ampliou sua atuação para o campo das migrações, trabalhando no setor social do país com migrantes e refugiados. Além de psicóloga, é criativa e ama fazer trabalhos manuais com cerâmica, pintar e transformar espaços através da decoração. Ama dançar, a música brasileira e o forró.

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Uma rede de cuidado psicológico que acolhe sua história e fortalece sua jornada. Entre em contato para agendar uma consulta ou tirar suas dúvidas sobre nossos projetos.
Transformação
Cuidado que impulsiona sua potência e autonomia.
Escuta
Presença, empatia e atenção à sua história.
Acolhimento
Um espaço seguro
para ser quem você é.
Sobre nós
O Escutando Elas surgiu em 2019, idealizado por Ingrid e Grazielli, amigas desde a escola, uma parceria que se estendeu também pela faculdade e trabalho. Recém-formadas, desejavam levar cuidado e suporte à região do Capão Redondo, periferia de São Paulo, território de onde vêm.
Por identificação pessoal e ao perceberem a crescente vulnerabilidade das mulheres ao seu redor, decidiram direcionar o cuidado a esse grupo social, com atenção especial às mulheres negras. O projeto se desenvolveu a partir da compreensão de que a psicoterapia deve ser acessível a todas as camadas sociais. O resgate da própria história possibilita repensar lugares, relações e reconstruir uma narrativa mais autônoma de si.
Assim, o trabalho passou a ser focado em mulheres, a partir de uma perspectiva interseccional que considera raça, orientação sexual, gênero, territorialidade e classe, entendendo que as construções sociais que estruturam os papéis que ocupamos produzem sofrimentos e violências.
Atualmente, o projeto é conduzido por Ingrid, Grazielli, Jessica e Juliana — também conhecidas como Di, Grazi, Je e Shu. Elaboramos e conduzimos juntas diversos projetos focados na clínica psicológica ampliada e na formação de outros profissionais da nossa rede.


